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Local:

Rua Padre Pedro Pinto, 445, Salas 301 a 307.Venda Nova - BH.

Como Previnir Traumatismo em Dentes de Leite

Por: Dra. Milene Martins

Especialista em Odontopediatria

Mães e Pais,

A infância é a fase mais gostosa e divertida, onde nossas crianças devem aproveitar ao máximo cada

minuto, viver intensamente, brincar, correr, sorrir, aprender, descobrir…serem crianças! E, no meio de tanta diversão, acidentes podem acontecer, principalmente quedas – normais da fase – envolvendo, por vezes, os dentes de leite.

Os dentes de leite são muito importantes! Eles guardam o lugar dos dentes permanentes, sendo essenciais na estética, na fala e nos ossos do rosto. Além disso, a perda desses dentes antes da hora pode atrapalhar o relacionamento e aceitação pelos amiguinhos da criança, pois os dentes que sofrem mais traumatismos são os da frente.

Nós, por amarmos tanto nossas crianças, podemos e devemos fazer nossa parte para evitar lesões em seus dentes. Estamos aqui para orientá-los, dando algumas dicas gerais de prevenção:

 

Prevenindo Lesões

 

• Quando a criança começa a andar, até aproximadamente três anos de idade, tudo para ela é novo! O seu crescimento caminha junto à curiosidade e sua coordenação motora ainda está em desenvolvimento. Por isso, tenha atenção especial a essa faixa etária.

• Evitem deixar objetos ou brinquedos espalhados pelo chão. A criança pode tropeçar e se machucar.

• Não deixem bebês sozinhos, principalmente sobre camas (eles podem rolar e cair) ou perto de bancos e cadeiras (elas podem tentar subir e cair).

• Fiquem atentos ao que a criança coloca na boca e não deixem que ela corra com objetos de metal, madeira ou vidro que possam causar lesões em caso de quedas.

• Acompanhe sempre sua criança em parques, preferindo um ambiente de terra, areia ou grama, ao invés de um chão de cimento.

• Tenham atenção com a criança em beiradas de piscinas, ela pode escorregar e bater a boca na borda.

• Quando a criança for andar de bicicleta, velotrol, patins ou patinete, é importante que ela utilize proteção adequada, como capacete, cotoveleiras e joelheiras.

 

Pensando na idade das nossas crianças, alguns cuidados especiais devem ser reforçados.

 

Até 5 meses

 

• Não deixem que outra criança carregue o seu bebê no colo.
• Não deixem que o bebê fique sozinho em lugares altos.

• Utilizem cadeiras especiais para o transporte do bebê no carro.

 

De 6 meses até 2 anos

 

• Cuidado com as janelas! Utilizem grades e telas protetoras.
• Utilizem pratos e copos plásticos ou emborrachados.
• Não deixem a criança brincar com objetos duros e com pontas.
• Coloquem protetores em tomadas elétricas.
• Fiquem atentos a locais próximos a piscinas.
• Cuidado com móveis com pontas e áreas cortantes ao alcance da criança.
• Cuidado com escadas.
• Cuidado com andadores e carrinhos de bebês.
• Não deixem as crianças andarem de meias, pois elas podem escorregar e cair.

 

De 2 anos até 5 anos

 

• Sigam todas as recomendações anteriores.
• Só deixem as crianças andarem com triciclo e bicicletas em locais seguros e com os equipamentos de proteção já falados antes.
• Fiquem atentos às normas de trânsito para o transporte das crianças nos carros, pois depende da idade que elas têm.
• Traumatismos podem estar associados a maus tratos e abusos físicos. Fiquem atentos.

Com esses pequenos cuidados no dia a dia, muitos acidentes podem ser evitados e nossos pequenos sempre estarão com um belo sorriso.
Contem conosco no que precisarem!
Com carinho,

Equipe Villa Odontologia Avançada

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O dente de leite quebrou. E agora?

Cuidados Imediatos para Traumatismos em Dentes de Leite

Por: Dra Milene Bento Martins e equipe UFMG

Especialista em Odontopediatria

Queridos Pais e Mães,

 

Sabemos que mesmo quando cuidamos de nossas crianças com todo o carinho, atenção e seguindo dicas de prevenção, às vezes acidentes acontecem, podendo causar o trauma dental.

Nesse caso, para que tudo dê certo no tratamento final, precisamos contar com vocês.

Sim, papais e mamães, vocês podem ajudar no tratamento inicial de traumatismos dentários, antes de chegarem ao dentista com a criança.
Mas fiquem tranquilos, iremos orientá-los sobre como agir corretamente.

 

Antes de tudo, mantenham a calma. A criança irá buscar aconchego em vocês: se vocês estiverem calmos, ela também ficará e, da mesma forma, se vocês estiverem nervosos, ela também poderá ficar.

Observem se o acidente gerou desmaio, inconsciência, vômitos e/ou dores de cabeça. Nesse caso, levem primeiramente a criança ao médico ou ao hospital* de referência da cidade. Na ausência desses sintomas, levem-na ao dentista.

O tempo entre o traumatismo até o atendimento feito pelo dentista é muito importante. Sendo assim, tentem ir o mais rápido possível, pois mesmo acidentes aparentemente simples podem ocasionar consequências graves tanto para o dente de leite, quanto para o dente sucessor permanente.
O ideal é que a criança seja atendida nas primeiras 2 horas. Muitas vezes o trauma acontece no osso ao redor do dente e só é possível ser visto em uma radiografia.

Se o trauma tiver provocado sangramento, limpem a boca da criança com gaze e soro fisiológico (na falta do soro, lavem com água filtrada), com cuidado para não machucar ainda mais a criança.
• Evitem dar chupetas ou mamadeiras para a criança até ela ser atendida pelo dentista, pois a força que ela faz para sugar pode atrapalhar a cicatrização.

• Em caso de fratura do dente, tentem localizar o fragmento, lavem-no com água corrente e coloquem-no em um recipiente com leite (de preferência) ou soro fisiológico em temperatura fria até chegarem ao dentista.


• Se o dente ficar mole, tiver sangramento ao redor, mudar de posição dentro da boca ou se a gengiva da região ficar machucada, também deve-se procurar o dentista o mais rápido possível.

• Caso o dente de leite saia totalmente da boca, não o recoloque! Isso pode prejudicar o dente permanente que vai nascer.

• Hidratem sempre a criança. É muito importante que ela beba bastante líquido.

E, por fim, dêem à criança muito amor!


Contem conosco!

Com carinho,
Equipe Villa Odontologia Avançada

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O que é a Mordida Cruzada.

Por: Dr. Lucas Marques

Talvez a alteração oclusal mais prejudicial para o paciente seja a famosa mordida cruzada.

Afinal, o que é a mordida cruzada?

A mordida cruzada é a alteração oclusal que acontece quando os dentes principalmente posteriores ocluem (mordem) por dentro dos dentes inferiores.

Esta má oclusão é muito frequente e acontece desde a infância.

São muitos os fatores que podem causar a mordida cruzada. Entre eles, hábito de chupar o dedo ou chupeta, problemas respiratórios, nascimento errado dos dentes e respiração bucal.

A grande preocupação com esta anomalia por parte dos ortodontistas é que pode acontecer em uma idade muito precoce na criança e prejudicar todo o crescimento facial estimulando o crescimento assimétrico.

Uma vez que a maior parte do crescimento facial acontece até os 6 ou7 anos da criança, um estímulo errado nesta idade pode trazer consequências irreversíveis. Assim, ao ser diagnosticado uma mordida cruzada, esta deve ser tratada o mais rápido possível.

Sempre se pergunta quando deve ser iniciado um tratamento ortodôntico. A resposta é bem certeira. O tratamento ortodôntico deve ser o mais precoce possível quando diagnosticada uma mordida cruzada. Algumas vezes até aos 4 anos de idade para evitar assimetrias faciais.

Quais as consequências da mordida cruzada em crianças?

O maior problema da mordida cruzada é a alteração esquelética que ela causa. Deficiência de crescimento da maxila, aumento do crescimento da mandíbula, falta de espaço para os dentes superiores permanentes e a já falada assimetria facial.

Como a criança não consegue morder da maneira correta, ela estimula o crescimento do osso da mandíbula de maneira errada e que causa uma assimetria facial como um lado crescendo mais que o outro. E uma vez que o crescimento acontece de maneira errada não se pode reverter.

Tratamento

O tratamento da mordida cruzada se dá de maneira bem tranquila se abordado precocemente. Geralmente é utilizado um aparelho chamado disjuntor palatino para o tratamento que pode variar de 6 a 12 meses. Até os 12 anos a correção da mordida se dá de maneira tranquila. Porém, muitas vezes a assimetria facial causada pela mordida cruzada pode ser irreversível mesmo corrigindo a posição dos dentes.

No paciente adulto esta correção já fica limitada e pode ser necessário uma abordagem cirúrgica para descruzar a mordida.

O tratamento ortodôntico do paciente em fase de crescimento é chamado de interceptativo pois tem o objetivo de interceptar uma maloclusão que está se formando. É talvez um dos mais bonitos tratamentos oferecidos pela odontologia pela capacidade de tratar e prevenir alterações graves através de um estímulo de crescimento. Pacientes tratados nesta fase conseguem melhores resultados funcionais e estéticos.

Dr. Lucas Marques

Especialista em Ortodontia.

Especialista em Disfunção Temporomandibular

 

Odontopediatria: Com quantos anos inicia-se o acompanhamento dos dentes de uma criança?

Os pais muitas vezes não têm certeza de qual é o momento certo para começar a levar uma criança ao dentista. Será necessário esperar até que todos os seus dentes tenham nascido?

A odontopediatria (que equivale a pediatria da odontologia) afirma que não.

Há muitas coisas nas quais podemos começar a trabalhar desde muito antes, incluindo o desenvolvimento de hábitos saudáveis por parte dos cuidadores e da própria criança.

Acompanhe a seguir as principais etapas desse acompanhamento odontológico.

 

  • Odontopediatria na gestação

 

Tudo começa em nosso consultório, quando a criança ainda nem nasceu e você já pode dar início aos cuidados de sua saúde bucal.

Acredite: nunca é cedo demais para pensar nos dentes de um bebê. O odontopediatra é um importante aliado na formação dos dentinhos ainda durante a gravidez.

Esse profissional está apto a dar as orientações necessárias para uma alimentação balanceada e saudável que ajudará a formar a dentição.

Embora os dentes não sejam visíveis no momento do nascimento, eles já existem sob as gengivas e começam a se formar por volta da sexta semana de gestação. Uma vez que estão em desenvolvimento, carecem de determinados nutrientes para crescer adequadamente.

 

  • Odontopediatria para recém-nascidos

 

Como você já sabe, a dentição decídua (também conhecida como “dentes de leite”) já existe mesmo quando ela não deu o ar das graças. Por isso, é importante compreender a necessidade de cuidados, mesmo que os dentes ainda não sejam permanentes.

Apesar de temporários, são muito importantes e influenciam diretamente no desenvolvimento da fala, mastigação e oclusão.

Em uma primeira visita do bebê junto ao odontopediatra, o especialista dará as orientações necessárias para higienização da gengiva da criança até que ela esteja pronta para retornar.

 

  • Odontopediatria e os primeiros dentinhos

 

Esse checkup é recomendado quando os dentinhos aparecem. Bebês geralmente nascem com 20 dentes de leite sob a gengiva que começam a aparecer por volta dos 6 meses de idade.

A partir daí, deve se tornar um hábito limpá-los diariamente. É importante saber que o leite materno também pode causar cárie e por isso os cuidados e observação devem ser constantes.

O controle e atenção aos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode também prevenir problemas ortodônticos futuros.

 

  • Dentição de leite completa! A odontopediatria ainda é necessária?

 

Por volta dos 3 anos idade a arcada dentária da criança já está completa e até começando a dar espaço para que os permanentes apareçam.

Muitos hábitos como a técnica correta para escovação dos dentes são desenvolvidos no início da vida e por isso é importante acostumar as crianças à importância dos cuidados com a saúde bucal.

A partir daí já se espera visitas mais assíduas com intervalos de, em média, 6 meses. Esse tempo pode sofrer variações de acordo com o prognóstico de cada um.

É importante não adiar o acompanhamento preventivo. Independente de qual fase esteja sua criança, você pode entrar agora em contato com o nosso consultório e agendar uma consulta.

Odontopediatria: Chupar dedo e chupeta faz mal ao seu filho?

Muitos pais querem saber sobre o impacto de seus filhos sugando polegares ou chupetas. Para os bebês, é uma maneira de entrar em contato e aprender sobre o mundo. Na verdade, os bebês começam a chupar os dedos mesmo antes de nascerem. Este tipo de sucção é completamente normal para bebês e crianças pequenas. Ele fornece segurança.

O que podem causar?

Algumas crianças mantêm o hábito longo. Para estas crianças, os dentes primários dianteiros superiores podem dobrar para o lábio ou não entrar adequadamente. Os hábitos frequentes ou intensos durante um período prolongado de tempo podem afetar a forma como os dentes da criança se juntam, bem como o crescimento dos maxilares e ossos que suportam cada dente primário.

Uma chupeta não é melhor do que um polegar ou um dedo. A sucção de qualquer um deles pode afetar os preciosos dentes primários e as mandíbulas do seu filho, essencialmente da mesma maneira. Por algum motivo, um hábito de chupeta é muitas vezes mais fácil de quebrar.

O que os especialistas recomendam?

Especialistas em Odontopediatria recomendam que seu filho deixe o hábito da chupeta aos 2 anos. O uso prolongado de chupeta após essa idade é mais provável que cause certo tipo de má oclusão dentária chamada mordida cruzada posterior do que chupar dedos ou polegares.

A maioria das crianças para de chupar por conta própria, mas algumas crianças podem precisar de uma pequena ajuda de mãe e pai e possivelmente do seu Dentista que já acompanha a criança.

De quanto em quanto tempo devo levar a criança ao dentista?

O mais indicado é que os pais levem regularmente a criança ao Odontopediatra, para análises preventivas, que irão ajudar a prevenir uma série de outros problemas que podem ocorrer no futuro.

Com quantos anos a criança deve perder o hábito?

A maioria das crianças deixa de chupar seus polegares, chupetas ou outros objetos por conta própria entre 2 e 4 anos de idade, mas em alguns casos precisam de ajuda dos pais, familiares e seus dentistas Odontopediatra.

O ideal é que essa criança seja estimulada á outros tipos de distrações durante seu dia-a-dia.

Se você gostou deste conteúdo e seu filho ainda possui estes hábitos que podem prejudicar sua saúde bucal, agende uma consulta sem compromisso com um de nossos especialistas clique abaixo.

 

Saúde bucal na gravidez, o que você precisa saber?

Como já sabemos o período de gravidez deve ser acompanhado por médicos especialistas em todo pré-natal, até o momento do nascimento do bebê, mas você já parou para pensar em como a saúde bucal da mãe pode ser afetada durante esse período?

Nós da Villa Odontologia separamos algumas informações importantes para as mamães de plantão, essas informações irão te ajudar a manter uma saúde bucal saudável, mesmo enquanto passa pelo período de gestação.

De certo modo as atenções nesse período estão voltadas para o bebê em si, mas é muito importante que o cuidado com saúde bucal da mãe não seja deixado de lado.

É muito importante lembrar que sempre que necessário, o médico que acompanha o pré-natal da gestante deve manter contato com o dentista que cuida da saúde bucal, ou vice e versa, para o caso de troca de informações importantes que vão ajudar a cuidar bem tanto da mãe quando do bebê durante a gestação.

Durante a gravidez a gestante poderá enfrentar alguns problemas em sua saúde bucal, que devem ser monitorados de perto por um dentista, separamos os mais comuns, que são:

Gengivas mais sensíveis

Com o aumento dos níveis hormonais no corpo é bastante comum que as gestantes desenvolvam gengivite, além de uma sensibilidade elevada na região das gengivas. Geralmente isso ocorre entre o segundo e oitavo mês de gestação, podendo ocasionar sangramentos nas gengivas durante a escovação, vermelhidão e inflamação, isso se deve ao aumento do nível de progesterona no corpo.

Caso estes sintomas venham a aparecer é muito importante que a gestante passe por um exame bucal, e um possível tratamento periodontal, que pode ser parte importante do pré-natal além de manter a saúde bucal da mulher em dia.

Erosão do esmalte dentário

Para muitas mulheres os enjoos matinais são os principais sintomas de gravidez, em conjunto com as náuseas estão ácidos adicionais que se deixados na boca por muito tempo podem corromper o esmalte dos dentes. A dica é sempre que houver um enjoo,  deve-se lavar a boca com água corrente ou fluoreto que ajudará a manter os níveis de ácidos sob controle.

Boca seca

Outro sintoma bastante comum durante a gravidez, é a chamada “boca seca” que pode ocasionar o aparecimento de cáries e infecções. Uma dica importante é que se beba bastante líquidos para manter a região da boca hidratada, chicletes são sempre bem-vindos por ajudarem na produção de saliva, mas apenas os que não possuam açúcar em sua composição.

Como a saúde bucal da mãe impacta na saúde do bebê?

Com sabemos a boca é a porta de entrada de nutrientes importantes para nosso corpo, mas por outro lado também pode ser a porta de entrada de infecções e doenças que podem chegar até o bebê, e até causar um nascimento prematuro.

É muito importante que o cuidado com saúde bucal da gestante seja redobrado no período de gestação, separamos alguns hábitos que aliados as visitas regulares aos dentistas vão ajudar a manter tanto a saúde da mãe, quanto a do bebê em dia.

  • Separamos algumas dicas preventivas que irão contribuir para evitar o surgimento de problemas dentários e infecções durante a gestação:
  • Escovação pelo menos 3 vezes ao dia;
  • Uso do fio dental;
  • Consumo de líquidos para manter a hidratação;
  • Visitas regulares ao dentista;
  • Observação de sintomas na região da boca.

Também separamos e respondemos algumas dúvidas comuns entre as gestantes, relacionadas a saúde bucal durante a gravidez.

A gestante pode realizar procedimentos de higiene bucal?

Sim. De um modo geral é bastante seguro realizar procedimentos de higiene bucal, como limpezas, clareamentos e outros durante o processo de gestação, desde que feitos por profissionais especializados.

A gestante pode tomar anestesia para procedimentos odontológicos?

Sim. O uso de anestésicos em pacientes gestantes é permitido, porém a anestesia usada não deve ser vasoconstritora (ação de contrair/estreitar os vasos sanguíneos). Por isso se estiver esperando um bebê informe ao seu dentista, mesmo que se descubra a gravidez durante o tratamento.

Existe um creme dental que não provoque enjoos?

Não. A Industria ainda não desenvolveu um creme dental especifico para gestantes, mas de um modo geral, os cremes dentais de sabor menta provocam menos incômodo, e claro isso pode variar de gestante para gestante.

A gestante em tratamento odontológico pode fazer exames de raios-x?

Não. Pelo menos no primeiro trimestre não é aconselhado o uso desse recurso em exames, apenas em casos de extrema necessidade, nos meses seguintes a gestante poderá passar pelo exame desde-que utilize os chamados “macacões de chumbo”, que ajudarão a proteger o bebê da radiação emitida pelo aparelho.

Lembre-se, que mesmo após o nascimento do bebê é muito importante que os cuidados com a saúde bucal tanto do bebê quando da mãe devem ser continuados, pois são as visitas regulares ao dentista que vão assegurar uma saúde bucal em dia.

Se você gostou desse artigo não deixe de compartilhar com as gestantes que você conhece, nós da Villa Odontologia estamos a disposição para te acompanhar nesse processo de gravidez e cuidados com a saúde bucal.

Saúde bucal infantil: quais cuidados ter com os dentes das crianças?

Os cuidados com os dentes das crianças começam ainda dentro da barriga da mãe. Isso significa que, durante a gravidez e após o nascimento, todas as medidas preventivas precisam ser tomadas, o que inclui alimentação saudável e higienização oral correta.

Nesse sentido, surge a odontopediatria, que é uma área especializada em tratar dos problemas bucais dos pequenos, a fim de monitorar as etapas de mudanças, como o nascimento dos primeiros dentinhos.

Hábitos desenvolvidos na infância são carregados por toda a vida. Por isso, é importante incentivar, desde cedo, os deveres com a saúde bucal. Tanto os pais quanto o dentista têm uma função importante nesse propósito, aconselhando os pequenos da melhor forma possível.

Pensando nisso, elaboramos este guia prático. Nele, você conhecerá tudo que precisa saber sobre conceitos e cuidados com os dentes das crianças. Confira!

Qual a importância dos cuidados com a saúde bucal infantil?

Quando somos pequenos, nossos pais são nossos maiores exemplos. Graças a eles, aprendemos diversas coisas sobre o mundo, e isso inclui os cuidados com o nosso corpo e, consequentemente, com o nosso sorriso.

A saúde bucal deve ser tratada antes do surgimento dos primeiros dentes de leite (falaremos mais desse assunto nos próximos tópicos). Ou seja, desde o nascimento, precisa ser desenvolvido o costume diário de higienizar a cavidade bucal da criança, para que isso perdure até a fase adulta. O resultado dessa prática é uma condição de saúde melhor, com baixa probabilidade de desenvolver doenças.

Quais os problemas de saúde bucal mais comuns na infância?

Ainda que a dentição não seja permanente, se a higiene bucal não for feita corretamente, os primeiros dentes de leite sofrerão complicações. Veja, abaixo, quais são os problemas mais comuns na infância.

Cáries

Esse, certamente, é um dos quadros mais temidos, independentemente da idade do paciente. Contudo, vale reforçar que a cárie é mais propícia em crianças, pois elas ainda estão se acostumando ao hábito de higienização oral. Além disso, alguns pais não se preocupam com a primeira dentição de seus filhos, já que ela tem um “prazo de validade relativamente curto”.

Quanto aos sinais relacionados aos dentes cariados, os pequenos podem sentir dores ao mastigar, levando-os a uma má alimentação, o que, em alguns casos, pode desencadear quadros de anemia. Logo, é importante incentivar a escovação correta desde cedo.

Fluorose dentária

Esse problema surge quando a higiene bucal é feita de forma excessiva devido à alta concentração de flúor presente nas pastas dentais.

A fluorose dentária pode ser identificada ao notar pequenas manchas nos dentes que variam de cor: as brancas surgem na fase inicial, enquanto as mais escuras apontam um quadro mais grave.

Ao detectar o problema, a melhor saída é buscar ajuda profissional — somente o odontopediatra pode avaliar o nível de severidade da fluorose e indicar o melhor tratamento.

Erosão dentária

A erosão dentária tem chamado a atenção de muitos especialistas, pois vem ficando cada vez mais frequente. Causada pelo consumo de alimentos ácidos em excesso e pelo refluxo de suco gástrico, essa doença pode surgir em qualquer idade.

No caso das crianças, a substituição de água e leite materno por bebidas, como sucos cítricos, refrigerantes e outras bebidas semelhantes, é uma das causas que mais agravam o quadro. Ademais, transtornos de ansiedade com episódios de vômitos podem acelerar o desgaste causado pela erosão dentária.

Perda precoce dos dentes

Apesar de não parecer algo tão grave, a perda precoce dos dentes faz com que o seu filho fique um bom tempo sem um dente até que o permanente brote na gengiva. Isso compromete a fala e a mastigação, que pode não funcionar com eficiência, além de entortar os dentes ou deixá-los desalinhados.

Sensibilidade

A sensibilidade dentária é um quadro que precisa ser considerado pelos pais com muita atenção. Isso porque essa dor vem da deterioração da estrutura do dente, o que pode levar a outras complicações, como cáries ou erosões.

Portanto, veja se algo incomoda a criança quando ela mastiga algum alimento, toma sorvete ou escova os dentes. Logo, a qualquer sinal de sensibilidade excessiva, agende uma visita ao dentista para analisar o quadro.

Má oclusão

Além da dentição desalinhada ou torta, a má oclusão (problemas de encaixe) também é comum na infância. Mordida aberta, mordida cruzada e mordida profunda são os tipos de má oclusão mais frequentes, e a solução para corrigi-los é o uso de aparelhos dentários.

O problema do uso da chupeta

Dar chupeta para a criança é algo costumeiro para algumas famílias, mesmo que a indicação de sua utilização seja controversa, principalmente na fase de amamentação.

Em relação à cavidade oral, a chupeta impede que a língua fique devidamente acomodada sobre o palato (céu da boca), não restando outra opção senão ficar em uma posição baixa na mandíbula, o que compromete a amplitude do maxilar e prejudica o ato de engolir (deglutição). Em médio e longo prazo, essas duas condições podem entortar os dentes frontais. Portanto, não dê chupeta para o seu filho.

Ainda sobre esse ponto, vale lembrar que chupar o dedo traz as mesmas complicações mencionadas acima.

Como se desenvolvem os dentes de leite?

Após o nascimento, este é o momento mais aguardado pelos pais: ver os primeiros dentes de leite (ou dentes de decíduos) aparecerem na boca do bebê. Em geral, isso ocorre perto dos seis meses de idade, mas não acontece de forma equivalente.

Ou seja, os dentinhos não nascem todos de uma vez, sendo uma etapa que pode durar alguns anos. Os primeiros que despontam na gengiva são os incisivos, mais precisamente os dois da frente da arcada superior. Leve o bebê ao dentista para acompanhar o processo.

Essa fase pode não ser muito fácil para um ser humano tão frágil, já que pode causar desconforto no bebê. Para aliviar esse tipo de incômodo, o ideal é fazer uma massagem gengival. Para isso, lave as mãos e cubra o dedo com uma gaze umedecida com soro fisiológico. Depois, faça movimentos circulares na gengiva da criança.

Além disso, utilize itens resfriados, como alimentos, bebidas ou mordedores, pois a temperatura baixa dá uma sensação de alívio, o que diminui inflamações e sangramentos no local.

A troca de dentes

Após o nascimento de todos os dentes decíduos, chega o momento de eles também irem embora. É comum que o período de troca se manifeste a partir dos seis anos e complete-se até os 11 ou 12 anos de idade. O primeiro sinal de que o dente está caindo é quando ele começa a ficar mole.

Alguns pais ficam angustiados com essa fase, principalmente os de “primeira viagem”, mas é um processo natural e que não necessita de intervenções. Nesse caso, não é necessário levar a criança ao dentista — a não ser que o dente esteja prejudicando a mastigação ou a fala.

As diferenças entre os dentes de leite e os permanentes

Os dentes de leite têm esse nome porque apresentam uma tonalidade mais branca em relação aos dentes permanentes, mas esse não é o único fator de diferença. Em relação à quantidade, a primeira dentição tem um conjunto de 20 unidades, enquanto a permanente chega a 32.

Isso ocorre porque a cavidade bucal infantil não tem espaço para alojar tantos dentes, por isso, os pré-molares (e os sisos) não estão presentes nesse estágio. Eles nascem durante a etapa de troca, conseguindo seu espaço definitivo na arcada dentária.

Outro detalhe que merece ser discutido tem relação com a estrutura dos dentes decíduos, já que, embora sejam menores, eles têm raízes mais finas e longas. Por conta disso, as cáries têm maior facilidade de atingir a polpa.

Quais os cuidados necessários com os dentes de leite?

Mesmo que os primeiros dentinhos sejam provisórios, é óbvio que devemos cuidar muito bem de cada um, uma vez que eles são cruciais para garantir o nascimento saudável dos permanentes. Mas como fazer isso? Além dos cuidados do dia a dia, é bom entender quais são os tipos de tratamentos que podem ser feitos durante esse período.

Vale ressaltar que um acompanhamento dentário feito pelo odontopediatra é extremamente necessário para garantir a saúde bucal da criança, pois só esse profissional pode avaliar o quadro clínico do paciente. Conheça, a seguir, os procedimentos que podem ser realizados nas visitas ao dentista infantil.

Tratamento ortodôntico

Os primeiros dentes nem sempre nascem da forma correta, e isso pode afetar o nascimento da dentição permanente. A utilização de aparelhos ortodônticos nessa fase não é muito comum, visto que o uso de bráquetes é indicado para os permanentes, mas isso dependerá da rapidez da substituição dentária da criança.

Entretanto, observando que os dentes permanentes podem se acomodar em diferentes posições durante seu nascimento, para evitar problemas, é recomendado fazer visitas periódicas ao dentista para fazer um acompanhamento e definir o que deve ser feito para deixar o sorriso do seu filho mais bonito.

Em alguns casos, o tratamento ortodôntico é a melhor solução. Nesse caso, pode ser que alguns decíduos tenham de ser extraídos para que o processo seja concluído — vale lembrar que isso não é regra, mas é provável em alguns casos. Algumas intervenções realizadas durante o crescimento são bastante eficientes, o que pode ser refletido na diminuição de tratamentos na fase adulta.

Tratamento de canal

Outro procedimento que pode ser realizado é o tratamento de canal, que é indicado para evitar a extração precoce do dente de leite. Em geral, essa técnica é recomendada quando há traumatismo dentário ou em quadros de cárie profunda.

No tocante a esse segundo problema, muitos pais acreditam que uma simples remoção do dente doente pode solucionar o problema, mas isso dependerá da idade da criança. O problema é que a cárie em estágio avançado pode contaminar o dente permanente que fica abaixo e causar uma lesão infecciosa.

Além disso, quando o decíduo é removido muito antes do tempo, ele deixa uma cavidade que pode ser ocupada por outros dentes de leite, atrapalhando o surgimento dos permanentes.

Como deve ser feita a escovação dos dentes de uma criança?

“Se você não escovar os dentinhos direito, os bichinhos deixarão eles doentes”. Desde cedo, os pais contam histórias parecidas com essa para reforçar a importância da limpeza bucal. Essa atitude está mais do que certa, uma vez que a prevenção é indispensável para ter um sorriso bonito e saudável. Vamos aos requisitos necessários para fazer uma boa escovação.

A escova certa

Até os seis meses de idade, o ideal é limpar a boca do bebê com fralda umedecida com água filtrada ou uma dedeira de silicone (objeto com molde gengival, cerdas macias e encaixe no polegar). Depois, é só massagear a gengiva suavemente. Caso você use a dedeira, será necessário enxaguá-la e esterilizá-la após a higienização.

Depois desse período, existem tipos apropriados de escova para cada faixa etária, basta encontrar a indicação na embalagem do produto. O tamanho da cabeça e a porção de cerdas, que sempre devem ser macias, vão aumentando conforme o surgimento dos dentes. E não se esqueça de que a escova precisa ser substituída todos os meses ou quando estiver desgastada (com as cerdas muito abertas, por exemplo).

A quantidade de pasta

Na hora de aplicar o creme dental, utilize os infantis, com concentração de flúor e sabor próprios para crianças. As versões para adultos não são proibidas, exceto as desenvolvidas para branqueamento ou sensibilidade, situação que não costuma se manifestar entre os pequenos — mas, se surgir, procure um odontopediatra.

Coloque uma pequena quantidade da pasta na escova (algo como um grão de arroz cru) para bebês com até oito dentes. Caso os do fundo comecem a surgir, dobre a porção. Em torno de dois a três anos de idade, quando a criança já souber cuspir, a medida será um grão de milho. Aos cinco anos, aumente a proporção de forma gradual.

O uso do fio dental

Para que seu filho desenvolva o hábito de usar fio dental, passe-o à medida que os dentes forem surgindo um do lado do outro. Além de remover os resíduos de comida, essa prática retira a placa bacteriana. No início, o fio pode ser utilizado uma vez ao dia, ou após a ingestão de carnes e doces. E, por falar na frequência da higienização bucal, a escovação precisa ser feita regularmente.

No caso dos bebês, o ideal é fazê-la somente duas vezes: uma de manhã (após o desjejum) e outra à noite (antes de dormir). Após o primeiro aninho, a dieta da criança já estará definida. Com isso, a limpeza da cavidade oral pode ser realizada três vezes ao dia, sempre após as principais refeições. Já os enxaguantes bucais só podem ser usados com indicação de um dentista e a partir dos seis anos.

A escovação

Veja as instruções, a seguir, para uma escovação eficiente:

  1. com as cerdas paralelas à superfície da gengiva, faça movimentos circulares em grupos de 3 a 4 dentes, durante 15 segundos;
  2. depois, a escova deve deslizar da gengiva para a ponta dos dentes — de baixo para cima. Faça o mesmo na superfície interna de cada dente;
  3. escove os dentes do fundo da boca com movimentos de “trenzinho” (vai e vem);
  4. por fim, passe a escova na língua, no palato (céu da boca) e nas bochechas, pois, nesses locais, ficam micróbios que causam mau hálito e infecções no organismo.

Quais os cuidados com as cáries na infância?

Quando a criança mastiga um doce, por menor que seja, e fica muito tempo sem enxaguar e/ou escovar os dentes, os micro-organismos cariogênicos já começam a causar problemas. A cárie é uma enfermidade infecciosa, multifatorial, contaminante e dependente de sacarose, ou seja, que necessita da ingestão de açúcar para se manifestar. Ela está profundamente ligada à ingestão de carboidratos, em especial dos alimentos à base de sacarose.

Dependendo do caso do paciente, é importante incluir um nutricionista no tratamento da doença. Aqueles que têm hiperglicemia, sobrepeso ou cáries frequentes e sentem muita vontade de comer doces podem contar com as orientações desse profissional para melhorar o seu cardápio diário. Ao reorganizar os hábitos alimentares da criança, não é preciso remover os doces da dieta, visto que o nutricionista indicará opções mais balanceadas e saudáveis.

Como encontrar um bom dentista para crianças?

A odontologia pediátrica é uma área específica, que instrui dentistas para lidar com crianças de até 12 anos. Mas como escolher o profissional ideal para avaliar seu filho? A resposta está logo abaixo.

A princípio, é preciso compreender a necessidade de passar em um odontopediatra periodicamente, pois ele tem experiência técnica suficiente para fazer uma abordagem psicológica eficiente nos pacientes. Dessa forma, são evitados traumas que poderiam seguir para a vida adulta.

Confira as dicas a seguir e aprenda a escolher o dentista pediátrico ideal para o seu filho.

Peça recomendações

Se você não sabe por onde começar a procura, peça recomendações de alguns amigos e conhecidos que já são pais. Com isso, você terá uma boa lista de opções de consultórios e profissionais para fazer sua pesquisa.

Tente não pegar apenas o contato da clínica, mas, sim, saber detalhes sobre as consultas, como é o tratamento, os planos, preços, entre outros fatores.

Você também pode analisar recomendações na internet. Essa ferramenta é ótima para encontrar bons dentistas em sua cidade e em regiões próximas. Uma sugestão é acessar o site do consultório e suas páginas nas mídias sociais para verificar a avaliação de pacientes antigos.

Sempre considere os locais que tenham melhores notas. Além disso, não deixe de procurar páginas de reclamações, pois elas expõem as adversidades que um grupo de pessoas passou com as clínicas e a forma como as ocorrências foram solucionadas.

Porém, é importante ter cuidado para não confundir publicidade com credibilidade. Um consultório especializado em odontopediatria pode estar em destaque nos canais de comunicação, mas não garantir o melhor atendimento. Nesse caso, não se deixe influenciar por campanhas de marketing e sempre considere aquilo que realmente importa: o bem-estar do seu filho.

Procure conhecer a estrutura do local

Outra recomendação relevante é observar o ambiente local. Afinal, uma boa clínica deixa a criança mais calma e contribui diretamente para a qualidade do atendimento.

Veja se:

  • a limpeza é bem-feita;
  • o prédio recebe manutenção;
  • os atendentes trabalham uniformizados;
  • as licenças estão em dia, principalmente as sanitárias;
  • há separação entre a sala de espera e os consultórios.

Por fim, confira os detalhes relacionados ao público infantil, como móveis e ferramentas adaptadas. Isso é decisivo para não traumatizar os pequenos. Portanto, verifique se a ambientação é agradável para eles.

Veja também se há um cômodo com brinquedos e jogos que possam distrair as crianças e observe a decoração da sala. Algumas clínicas usam cores alegres, mobílias diferenciadas, e, até mesmo, ilustrações nas paredes e objetos com tema infantojuvenil, para deixar os pacientes mirins mais à vontade.

O momento de ida ao dentista precisa ser descontraído. Logo, é dever do profissional em odontopediatria contribuir para isso. É muito fácil descobrir se o dentista gosta de crianças e sabe lidar com elas.

Qual a importância de ensinar bons hábitos de saúde bucal na infância?

Na prática, o quanto antes seu filho iniciar o monitoramento dentário, mais vantagens ele terá para sua saúde bucal na vida adulta. O primeiro benefício está vinculado ao relacionamento entre paciente e dentista. Isso porque grande parte dos casos de odontofobia (medo de dentista) em adultos é proveniente de tratamentos dentários mal-sucedidos no passado. Ao começar com um acompanhamento preventivo e amigável, certamente, a criança não desenvolverá traumas.

Um dos resultados diretos das visitas periódicas ao odontopediatra é evitar a perda precoce de dentes por causa de doenças, como cárie, gengivite e periodontite (infecção intensa da gengiva que pode causar perda dental ou óssea).

Outro aspecto interessante é que crianças que são orientadas quanto à sua higienização bucal desde cedo — escovar, passar fio/fita dental e manter uma dieta saudável —, não esquecerão esses princípios quando crescerem e cuidarão melhor de seus dentes.

Sem contar que outros agravantes, como bruxismo (ranger de dentes), dentição torta, dores articulares e mordidas irregulares, que costumam ser diagnosticados somente quando já causaram problemas sérios, podem ser tratados a tempo de evitar complicações severas na fase adulta.

E então, o que achou do nosso guia sobre cuidados com os dentes das crianças? Esperamos que este material tenha sido de grande utilidade para você e para seu filho. Coloque esses conhecimentos em prática para educar seu pequeno desde cedo e deixá-lo independente quanto à sua própria higienização bucal o quanto antes. Lembre-se de que hábitos saudáveis geram pessoas saudáveis.

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Afinal, quando os dentes de leite caem? Veja se existe uma época certa

Quando os dentes de leite caem, a criança e seus pais costumam ficar felizes com esse acontecimento. Afinal, é uma nova fase que se inicia e aponta que o desenvolvimento está acontecendo de uma forma saudável.

Mas, ao mesmo tempo em que a notícia é bem recebida, surgem dúvidas sobre como proceder para garantir uma boa saúde bucal para o pequeno. Por isso, é preciso buscar informações antes que esse processo comece e saber quando, de fato, a troca acontecerá.

Continue lendo este artigo para descobrir qual é o momento esperado para os dentes de leite caírem. Veja também os cuidados necessários para que a criança passe por essa fase sem problemas e alguns mitos e verdades que vão esclarecer informações sobre esse assunto.

Quando os dentes de leite caem?

A primeira dentição da criança começa a nascer por volta dos seis meses de idade. Ela é chamada de decídua e composta por 20 dentes de leite. Eles são importantes porque permitem que a criança inicie o processo de mastigação, porém, são frágeis, por isso, chega um momento em que são substituídos pelos dentes permanentes.

Essa troca se inicia, em média, aos 6 anos de idade e demora cerca de 3 anos para que a criança troque todos os dentes de leite. É válido lembrar que isso não é uma regra, pois, para algumas, o processo pode demorar um pouco mais para acontecer.

Os pais apenas precisam ficar atentos para observar se os dentes permanentes não estão nascendo sem que os de leite caiam. Afinal, isso poderia causar diversas complicações, daí a necessidade de contar com um bom odontopediatra para acompanhar esse processo.

Quais são os cuidados necessários nessa fase?

A saúde bucal da criança requer atenção mesmo antes de a dentição nascer. No entanto, quando os dentes de leite caem, é importante que os pais adotem algumas medidas para evitar problemas nessa fase e garantir mais conforto para o pequeno. Veja o que fazer!

Capriche na higienização

Os dentes permanentes que vêm chegando precisam crescer fortes e saudáveis, e isso depende muito de uma boa higienização bucal. Portanto, estimule a criança a caprichar na escovação e ensine-a a usar o fio dental.

Evite forçar a queda

Quando os dentes de leite caem, isso significa que os permanentes estão prontos para nascer. É um processo que ocorre naturalmente e que precisa ter o seu tempo respeitado para não prejudicar a saúde bucal da criança. Portanto, evite forçar a queda para que o dente não se quebre, a gengiva não seja lesionada e o osso se desenvolva corretamente.

Mantenha a criança tranquila

É interessante que os pais preparem a criança sobre o que acontecerá com seus dentes mostrando exemplos de outras que já estão com a famosa janelinha. O pequeno precisa saber que esse é um processo natural, e uma boa alternativa é adotar fantasias, como a da Fada do Dente, para que ele se orgulhe dessa mudança e não fique assustado.

Procure um dentista

O ideal é que a criança seja acompanhada por um odontopediatra desde o seu nascimento, mas, quando os dentes de leite caem, é fundamental consultar esse especialista. Ele acompanhará o processo, observará se tudo está bem, ajudará possíveis “dentes teimosos” a se soltarem e fará recomendações para aliviar sintomas e desconfortos.

Quais sãos os mitos e as verdades sobre a troca de dentes?

A troca dos dentes de leite também é cercada por mitos, mas os pais precisam saber o que é verdade ou não para cuidarem melhor dos seus filhos. Veja, a seguir, algumas informações importantes sobre essa fase:

  • os dentes de leite não têm raiz: MITO;
  • o dente de leite pode ter cárie: VERDADE;
  • o nascimento dos dentes de leite causa febre: MITO;
  • os dentes de leite não têm canal: MITO;
  • os dentes de leite são menores do que os permanentes: VERDADE;
  • as meninas começam a troca de dentes antes dos meninos: VERDADE.

Essas informações ajudarão a entender um pouco melhor os dentes de leite, mas, sempre que tiver dúvidas, consulte um dentista para que ele possa instrui-lo corretamente e evitar que você cometa erros que possam prejudicar a criança.

Agora que você já sabe quando os dentes de leite caem e quais são os cuidados necessários nessa fase, não se esqueça de que fazendo o acompanhamento com o odontopediatra desde a primeira infância, esse processo será mais tranquilo, garantindo um desenvolvimento saudável para o pequeno.

Você sabia desses cuidados necessários com a troca dos dentes de leite? Deixe seu comentário e conte para a gente!

Quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez?

Se você acredita que somente pessoas adultas precisam de consultas odontológicas, é melhor rever esse conceito, porque o ideal é que elas se iniciem na primeira infância. No entanto, aí fica a dúvida sobre quando levar o bebê ao dentista.

Por isso, preparamos este artigo para orientar os pais sobre o melhor momento para fazer essa primeira consulta, os sintomas que exigem a atenção de um profissional, as vantagens para o bebê e dicas de cuidados e prevenções a tomar em casa. Acompanhe!

A importância de levar o bebê ao dentista

Não são apenas adultos que têm problemas bucais. Eles também afetam crianças, inclusive os bebês. Como os pequenos não se comunicam claramente com os adultos, é fundamental que os pais estejam atentos à sua saúde bucal e saibam quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez.

Afinal, antes de os dentes nascerem, a criança pode ficar incomodada, pois as gengivas ficam inchadas, doloridas e inflamadas. Depois que eles nascem, estão suscetíveis aos mesmos problemas que afetam os adultos, como cáries, gengivite e tártaro.

Isso porque são os resíduos de alimentos que estimulam a proliferação de bactérias na boca, e elas causam doenças bucais. Assim, como os bebês também se alimentam, estão suscetíveis a esses problemas.

O ideal é levar o bebê ao dentista no primeiro ano de vida da criança, sendo interessante fazê-lo antes de os dentes nascerem. Depois que isso acontecer, é fundamental que o pequeno passe por consultas na frequência indicada pelo odontopediatra.

Os sintomas que exigem acompanhamento profissional

O ideal é o bebê passar por consultas em caráter preventivo e não esperar que sintomas se manifestem. De toda forma, quando os pais notarem algumas condições ou comportamentos estranhos, é importante fazer o acompanhamento odontopediátrico rigorosamente.

Alguns casos que exigem atenção são:

  • choro ao comer ou fazer a higiene bucal;
  • presença de algum dente quebrado ou trincado;
  • sangramentos na gengiva;
  • inchaço, vermelhidão ou alteração da cor do tecido gengival;
  • dente escurecido;
  • manchas brancas/amareladas/acastanhadas nos dentes;
  • feridas na boca.

Como os bebês têm o instinto natural de levar à boca tudo aquilo com o que têm contato, é bastante comum que se manifestem determinadas condições, como a candidíase pseudomembranosa, popularmente conhecida como sapinho, e também a estomatite herpética primária, ou seja, herpes.

Por isso, ao perceber qualquer alteração na pele facial, dos lábios ou mucosas bucais, é muito importante consultar um especialista.

Os cuidados e as prevenções com a saúde bucal dos bebês

Assim como é importante saber quando levar o bebê ao dentista, os pais devem estar atentos aos cuidados e prevenções a tomar em casa. Essas medidas ajudarão a evitar problemas bucais nos pequenos, para que tenham mais qualidade de vida agora e no futuro.

Veja o que fazer para garantir que o seu bebê esteja com a boquinha sempre limpa e saudável:

  • antes de nascerem os dentes, higienize as gengivas, pelo menos, duas vezes por dia com gaze úmida;
  • quando os dentes nascerem, escove-os com pasta específica para bebês e uma escova infantil ou dedeira;
  • estimule o uso da escova e a escovação;
  • faça a introdução alimentar, estimulando a mastigação com alimentos mais sólidos em pequenos pedaços;
  • adie ao máximo a introdução de açúcar refinado no cardápio;
  • evite chupetas ou mamadeiras e, se utilizá-las, higienize-as corretamente;
  • prefira servir líquidos no copinho;
  • não deixe a criança morder objetos duros.

Adotando esses cuidados e levando a criança às consultas, você contribuirá para garantir uma excelente saúde bucal para ela agora e no futuro, alcançando determinados benefícios, como:

  • informações confiáveis sobre a saúde bucal do bebê;
  • orientações sobre as melhores práticas para cuidar dos dentes de leite;
  • informações sobre procedimentos a adotar em caso de problemas;
  • estímulo correto do desenvolvimento facial e bucal;
  • mais saúde bucal para a criança;
  • prevenção de doenças e problemas bucais;
  • dentes mais fortes e saudáveis no futuro.

Agora que você já sabe quando levar o bebê ao dentista e conhece os cuidados essenciais a tomar em casa, fique atento e não se esqueça de que o seu filho precisa de você para ter saúde bucal agora e amanhã. Afinal, todos os cuidados de hoje se refletirão no futuro, assegurando um sorriso mais bonito e saudável.

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Descubra 4 cuidados necessários com os dentes de leite!

Muitos pais ficam em dúvida se é preciso dar atenção especial aos dentes de leite, afinal eles vão cair e outros vão nascer no local. Saiba que é fundamental cuidar da saúde bucal das crianças para evitar o surgimento de cáries e outros problemas que podem comprometer a dentição permanente.

Quer entender melhor como garantir a saúde dos dentes de leite? Confira nosso post e conheça 4 cuidados para que a criança tenha sempre um sorriso bonito!

1. Ter uma higiene adequada

O primeiro ponto é incentivar as crianças a sempre escovar os dentes após as refeições e antes de dormir, mas, como os pequenos podem ser mais descuidados com essa questão, é recomendado que um adulto faça a supervisão.

A dica é tornar o momento divertido. Fique com a criança em frente a um espelho, ajude-a a colocar a pasta na escova e ensine a ela como fazer movimentos suaves e circulares em todos os dentinhos.

É preciso atenção com a quantidade de creme dental com flúor. Para crianças de até 3 anos, o recomendado é utilizar o equivalente a um grão de arroz cru, ou seja, é bem pouco mesmo. Para os maiores, que já sabem cuspir, o ideal é uma quantidade equivalente a uma ervilha crua.

Na dúvida, não hesite em pedir orientação ao odontopediatra, que pode recomendar a pasta mais adequada para o seu filho.

Acostume também a criança a passar o fio dental. Assim, ela consegue retirar os restos de alimentos de todos os cantinhos da boca, evitando cáries e gengivite.

2. Escolher os produtos corretos

Na hora de comprar os produtos de limpeza bucal, escolha aqueles desenvolvidos especialmente para o público infantil. Em farmácias e supermercados, você encontra escovas com personagens, cremes dentais coloridos e até fio dental com sabor agradável. Tudo isso vai incentivá-lo a manter bons hábitos de saúde bucal.

A escova deve ter a cabeça pequena e cerdas macias, já o creme dental deve ser adequado para a idade da criança.

3. Evitar açúcar em excesso

Não é novidade para ninguém que as crianças adoram doces. Saiba que não é preciso proibir o consumo desses alimentos, mas é necessário evitar os exageros. Você pode propor que os doces fiquem liberados aos sábados e domingos, por exemplo — mas sem exageros!

E por que toda essa preocupação? Porque o açúcar é o grande vilão das cáries, que começa silenciosa, mas avança por toda a estrutura dentária, caso não seja tratada.

O açúcar não está presente somente em doces, como bolachas, balas e chocolates. O ingrediente aparece em muitos produtos industrializados, como os sucos de caixinha, que passam a imagem de que são naturais.

Então, para prevenir a cárie nos dentes de leite, incentive seu filho a adotar uma alimentação mais saudável, com frutas, legumes e verduras, e reforce a higienização bucal.

4. Visitar o dentista regularmente

Por fim, tenha o hábito de levar os pequenos a cada 6 meses ao odontopediatra. Assim, eles vão se acostumando com as consultas e, caso haja qualquer problema, certamente estará em um estágio inicial.

O especialista cria uma situação bastante lúdica com a criança e consegue fazer a avaliação completa, além de acompanhar o desenvolvimento da dentição.

Viu só como é fácil manter os dentes de leite saudáveis? Fique atento a qualquer alteração ou queixa da criança e sempre procure o dentista em caso de dúvidas.

Vai levar seu filho ao odontopediatra? Então veja com quantos anos é preciso iniciar esse acompanhamento!