A Melhor e mais Moderna Clínica Odontológica de Venda Nova. 

Local:

Rua Padre Pedro Pinto, 445, Salas 301 a 307.Venda Nova - BH.

RX Panorâmico

O que é, como é feito e para que serve o RX Panorâmico

 

Por: Dr Lucas Marques

Especialista em Ortodontia

Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

 

 

A radiografia panorâmica ou também chamada de ortopantomografia é um exame em que se pode observar toda a estrutura óssea facial, os dentes e suas posições, a maxila e mandíbula em uma tomada radiográfica única.

É considerado um exame em que se pode observar a estrutura de forma generalizada sem muitos detalhes onde qualquer  suspeita de cáries deve-se pedir um exame mais detalhado.

Geralmente este exame é feito em centros de radiologia especializado utilizando o aparelho de Rx Panorâmico.

Para a realização do exame, o paciente é posicionado no aparelho de maneira a se evitar a movimentação durante o exame.

O exame é rápido e dura em torno de 3 minutos do início do posicionamento ao final do exame,o resultado sai imediatamente e vai para o email do dentista.

Se o seu dentista solicitou o exame de rx panorâmico entenda uma coisa: é um exame extremamente importante para ter uma visão geral do todo. Muitas são as informações que podem ser mostradas por um exame de radiografia panorâmica.

A seguir, alguns exemplos de estruturas encontradas em um exame de rx panorâmico.

A seguir algumas aplicações do RX panorâmico:

No exame acima, podemos observar a presença dos terceiros molares superiores inclusos do lado direito e esquerdo.

Neste exame, de um caso bastante complexo, notamos:

1- terceiros molares(sisos) inclusos;

2-terceiro molar já erupcionado;

3- presença de placa de estabilização de uma fratura ja consolidada e a relação dos parafusos de contenção com a raiz do dente segundo molar inferior direito.

Neste rx podemos observar entre outras coisas:

1- presença de implantes ja instalados e seus eixos de inserção;

2- tratamento de canal executado no segundo molar inferior direito;

3- presença de lesão cariosa no primeiro molar inferior do lado direito. Pelo rx panorâmico, pode-se notar somente que existe a lesão cariosa. Para um melhor detalhamento do caso deve-se pedir exames complementares.

Aqui se observa também:

1- presença de sisos inclusos inferiores causando cáries nos segundos molares;

2- perda generalizada de estrutura óssea de sustentação dos dentes e suspeita de reabsorção interna do incisivo superior esquerdo que deve ser melhor visaualizada por exame de rx periapical;

Aqui, algumas estruturas de curiosidade que também aparecem no rx panorâmico:

1- coluna vertebral;

2- nervo alveolar inferior;

3- côndilo e fossa articular.

Conclusões

O rx panorâmico é um exame indispensável, para um correto diagnóstico da condição odontológica do paciente. É um exame relativamente barato que mostra uma infinidade de informações para o correto tratamento do paciente.

Durante um tratamento, muitas vezes são solicitados vários exmes de rx panorâmico para avaliar o andamento do caso.

 

Somos a Villa Odontologia Avançada.

Nossa missão é oferecer odontologia de qualidade e transformar cada cliente em um amigo.

 

Whatsapp Ligar Agora

Como Previnir Traumatismo em Dentes de Leite

Por: Dra. Milene Martins

Especialista em Odontopediatria

Mães e Pais,

A infância é a fase mais gostosa e divertida, onde nossas crianças devem aproveitar ao máximo cada

minuto, viver intensamente, brincar, correr, sorrir, aprender, descobrir…serem crianças! E, no meio de tanta diversão, acidentes podem acontecer, principalmente quedas – normais da fase – envolvendo, por vezes, os dentes de leite.

Os dentes de leite são muito importantes! Eles guardam o lugar dos dentes permanentes, sendo essenciais na estética, na fala e nos ossos do rosto. Além disso, a perda desses dentes antes da hora pode atrapalhar o relacionamento e aceitação pelos amiguinhos da criança, pois os dentes que sofrem mais traumatismos são os da frente.

Nós, por amarmos tanto nossas crianças, podemos e devemos fazer nossa parte para evitar lesões em seus dentes. Estamos aqui para orientá-los, dando algumas dicas gerais de prevenção:

 

Prevenindo Lesões

 

• Quando a criança começa a andar, até aproximadamente três anos de idade, tudo para ela é novo! O seu crescimento caminha junto à curiosidade e sua coordenação motora ainda está em desenvolvimento. Por isso, tenha atenção especial a essa faixa etária.

• Evitem deixar objetos ou brinquedos espalhados pelo chão. A criança pode tropeçar e se machucar.

• Não deixem bebês sozinhos, principalmente sobre camas (eles podem rolar e cair) ou perto de bancos e cadeiras (elas podem tentar subir e cair).

• Fiquem atentos ao que a criança coloca na boca e não deixem que ela corra com objetos de metal, madeira ou vidro que possam causar lesões em caso de quedas.

• Acompanhe sempre sua criança em parques, preferindo um ambiente de terra, areia ou grama, ao invés de um chão de cimento.

• Tenham atenção com a criança em beiradas de piscinas, ela pode escorregar e bater a boca na borda.

• Quando a criança for andar de bicicleta, velotrol, patins ou patinete, é importante que ela utilize proteção adequada, como capacete, cotoveleiras e joelheiras.

 

Pensando na idade das nossas crianças, alguns cuidados especiais devem ser reforçados.

 

Até 5 meses

 

• Não deixem que outra criança carregue o seu bebê no colo.
• Não deixem que o bebê fique sozinho em lugares altos.

• Utilizem cadeiras especiais para o transporte do bebê no carro.

 

De 6 meses até 2 anos

 

• Cuidado com as janelas! Utilizem grades e telas protetoras.
• Utilizem pratos e copos plásticos ou emborrachados.
• Não deixem a criança brincar com objetos duros e com pontas.
• Coloquem protetores em tomadas elétricas.
• Fiquem atentos a locais próximos a piscinas.
• Cuidado com móveis com pontas e áreas cortantes ao alcance da criança.
• Cuidado com escadas.
• Cuidado com andadores e carrinhos de bebês.
• Não deixem as crianças andarem de meias, pois elas podem escorregar e cair.

 

De 2 anos até 5 anos

 

• Sigam todas as recomendações anteriores.
• Só deixem as crianças andarem com triciclo e bicicletas em locais seguros e com os equipamentos de proteção já falados antes.
• Fiquem atentos às normas de trânsito para o transporte das crianças nos carros, pois depende da idade que elas têm.
• Traumatismos podem estar associados a maus tratos e abusos físicos. Fiquem atentos.

Com esses pequenos cuidados no dia a dia, muitos acidentes podem ser evitados e nossos pequenos sempre estarão com um belo sorriso.
Contem conosco no que precisarem!
Com carinho,

Equipe Villa Odontologia Avançada

Fale Conosco

Whatsapp Ligar Agora

O dente de leite quebrou. E agora?

Cuidados Imediatos para Traumatismos em Dentes de Leite

Por: Dra Milene Bento Martins e equipe UFMG

Especialista em Odontopediatria

Queridos Pais e Mães,

 

Sabemos que mesmo quando cuidamos de nossas crianças com todo o carinho, atenção e seguindo dicas de prevenção, às vezes acidentes acontecem, podendo causar o trauma dental.

Nesse caso, para que tudo dê certo no tratamento final, precisamos contar com vocês.

Sim, papais e mamães, vocês podem ajudar no tratamento inicial de traumatismos dentários, antes de chegarem ao dentista com a criança.
Mas fiquem tranquilos, iremos orientá-los sobre como agir corretamente.

 

Antes de tudo, mantenham a calma. A criança irá buscar aconchego em vocês: se vocês estiverem calmos, ela também ficará e, da mesma forma, se vocês estiverem nervosos, ela também poderá ficar.

Observem se o acidente gerou desmaio, inconsciência, vômitos e/ou dores de cabeça. Nesse caso, levem primeiramente a criança ao médico ou ao hospital* de referência da cidade. Na ausência desses sintomas, levem-na ao dentista.

O tempo entre o traumatismo até o atendimento feito pelo dentista é muito importante. Sendo assim, tentem ir o mais rápido possível, pois mesmo acidentes aparentemente simples podem ocasionar consequências graves tanto para o dente de leite, quanto para o dente sucessor permanente.
O ideal é que a criança seja atendida nas primeiras 2 horas. Muitas vezes o trauma acontece no osso ao redor do dente e só é possível ser visto em uma radiografia.

Se o trauma tiver provocado sangramento, limpem a boca da criança com gaze e soro fisiológico (na falta do soro, lavem com água filtrada), com cuidado para não machucar ainda mais a criança.
• Evitem dar chupetas ou mamadeiras para a criança até ela ser atendida pelo dentista, pois a força que ela faz para sugar pode atrapalhar a cicatrização.

• Em caso de fratura do dente, tentem localizar o fragmento, lavem-no com água corrente e coloquem-no em um recipiente com leite (de preferência) ou soro fisiológico em temperatura fria até chegarem ao dentista.


• Se o dente ficar mole, tiver sangramento ao redor, mudar de posição dentro da boca ou se a gengiva da região ficar machucada, também deve-se procurar o dentista o mais rápido possível.

• Caso o dente de leite saia totalmente da boca, não o recoloque! Isso pode prejudicar o dente permanente que vai nascer.

• Hidratem sempre a criança. É muito importante que ela beba bastante líquido.

E, por fim, dêem à criança muito amor!


Contem conosco!

Com carinho,
Equipe Villa Odontologia Avançada

Fale conosco

Orientações ao Paciente Submetido ao Tratamento Ortodôntico.

Entenda os cuidados que devemos ter durante o tratamento ortodôntico.

Por: Dr. Lucas Marques e Dra. Iáskara Duarte

 

1- Escove os dentes imediatamente após as refeições; Não esqueça o fio dental.

A escovação deve ser feita com escova macia 3 vezes ao dia. Existem no mercado escovas de dente específicas para quem usa aparelho, porém com a escova normal mesmo conseguimos a mesma qualidade de limpeza sem esforço adicional.

O uso do fio dental é indispensável. Para este podemos utilizar os famosos passa fios ou um fio dental encerado para facilitar.

Veja em nossa página do instagram como usar o fio dental com o aparelho.

2- Cuidados com a alimentação;

A partir do momento que se coloca aparelho fixo, o paciente deve evitar utilizar os dentes anteriores (da frente), para cortar alimentos mais consistentes. Todo cuidado é pouco no início do tratamento para não soltar nenhuma peça e atrasar o tratamento.

Ao usar aparelho ortodôntico fixo, alguns hábitos alimentares precisam mudar. Por isso, aqui vão algumas dicas de alimentos que devem ser evitados.

Alimentos duros podem causar dificuldade de mastigação e quebrar os braquetes do aparelho, como por exemplo pé de moleque, rapadura, amendoim, castanhas, nozes, pipoca, pirulitos, etc. Evite também os alimentos pegajosos como chicletes, balas de goma, caramelo, etc.

Nunca morda diretamente o alimento! Eles tem que ser cortados em pedaços, para deixar a mastigação com os molares, que são mais resistentes.

Frutas cheias de sementes, como o kiwi, ou muito fibrosas, como manga, devem ser evitadas. Isso porque as sementes e fibras podem ser difícil de higienizar.

 

3- É normal sentir uma sensibilidade;

Nos 3 (três) primeiros dias após as ativações do aparelho, é comum sentir um incômodo. O nível de sensibilidade à dor varia de pessoa para pessoa. Isto acontece devido ao estímulo para a movimentação dos dentes. No inicio, o aparelho ortodôntico pode incomodar um pouco as bochechas, lábio e língua. Isso em função de uma reação normal do organismo a um corpo estranho, sendo que com tempo essa reação desaparece e cicatriza formando uma proteção natural.

4- Soltou ou está machucando?

Em caso de quebra do aparelho ortodôntico, ou caso o aparelho esteja machucando, não o remova por conta própria. Entre em contato com o ortodontista e guarde as peças soltas. Não tente remover o aparelho em hipótese alguma. Tome cuidado para não ingerir nenhuma peça que tenha soltado.

5- Acompanhamento periódico;

Você deve manter controles clínicos periódicos para a prevenção de cáries e doenças gengivais.

Um dos efeitos colaterais do tratamento ortodôntico é a diminuição das raízes dos dentes. Este efeito está diretamente relacionado ao tempo do tratamento. Por isso, o tratamento deve ser feito no menor tempo possível. Estes efeitos colaterais são monitorados através de radiografia a cada 6 meses. Não deixe de fazer a radiografia quando solicitado.

6- Não falte à sua consulta;

A frequência das consultas deve ser indicada pelo ortodontista e influencia diretamente no resultado e no tempo do tratamento.

Todo mês você receberá no seu Whatsapp, um link de confirmação de consulta. Utilize-o para confirmar seu agendamento. Se não puder comparecer à consulta, pedimos a gentileza já deixar agendado um novo atendimento.

 

Equipe Villa Odontologia Avançada

Fale Conosco

Whatsapp Ligar Agora

Quais os cuidados no pós-operatório das cirurgias de sisos?

Entenda os cuidados para uma boa recuperação após uma cirurgia odontológica.

Por: Dra Iáskara Duarte

Seguem os cuidados pós-operatórios indicados pela Villa Odontologia para as cirurgias de Sisos ou outros dentes.

Estes cuidados visam uma melhor recuperação do paciente e uma cicatrização mais rápida.

Repouso – Assim que o procedimento é encerrado a pessoa pode voltar para casa, já que a anestesia usada é apenas local. Mesmo assim, é preciso manter um tempo de repouso, evitando esforços. Nas primeiras 24 horas é ainda mais importante se abster para que não ocorram inchaços ou sangramentos. A retomada das atividades rotineiras pode acontecer cerca de dois a três dias após a cirurgia, segundo a recuperação de cada pessoa ou a recomendação do especialista.

  • Aplique gelo no local

Quando uma pessoa precisa extrair um dente, seu organismo reage desencadeando um tipo de inflamação no local operado. Os vasos sanguíneos sofrem dilatação, com isso, podem ocorrer inchaços, sensibilidade, sensação de calor e, algumas vezes, sangramentos.

Fazer compressas frias ajuda a minimizar essa reação inflamatória trazendo mais conforto para a pessoa. Portanto, nas primeiras 24 horas, faça a aplicação de gelo no local, mas pela parte externa.

Proteja a pele com um tecido e use gelo ou uma bolsa térmica fria. Mantenha a compressa por 20 minutos, faça um descanso pelo mesmo período e repita a aplicação. Isso poderá ser feito diversas vezes ao dia.

  • Evite fazer bochecho

O bochecho parece um ato inofensivo, mas pode trazer complicações e desconfortos quando realizado no pós-operatório do siso. Afinal, a água passa com velocidade pelo local operado, provocando uma sobrecarga na região. Para enxaguar a boca, movimente a água com bastante delicadeza, sempre procurando poupar a região que foi operada.

Esse é o caso de fazer movimentos com a bochecha para cuspir. As garrafas de água individuais que exigem sucção também devem ser evitadas, bem como os canudos. Essa contração da face provoca uma espécie de vácuo na cavidade bucal, que pode favorecer sangramentos e causar dor, além de dificultar a cicatrização dos tecidos.

  • Escove os dentes delicadamente

O ato de escovar os dentes durante o pós-operatório do siso demanda bastante cautela. O ideal é se posicionar em frente ao espelho para conseguir visualizar o local que está sendo higienizado, evitando que a escova atinja a área operada.

Faça os movimentos com mais suavidade que de costume. Utilize sempre uma escova com cerdas bem macias e prefira aplicar pouco creme dental. Desse modo, não se formará muita espuma e você não terá dificuldade para enxaguar a boca ao final da escovação.

 

Se resíduos de alimentos ficarem presos nos pontos, você pode usar um cotonete embebido em água filtrada e, delicadamente, retirá-los. Tenha bastante cuidado com esse procedimento e, em caso de dúvida, consulte o cirurgião dentista para receber recomendações.

  • Adapte sua alimentação

A alimentação também precisa passar por algumas adequações. Pelo menos nas primeiras 48 horas, o ideal é preferir alimentos frios e líquidos, que são mais fáceis de deglutir e não precisam ser mastigados.

Algumas boas opções para esse momento são os sucos, iogurtes, sorvetes e leite. Evite bebidas e alimentos quentes porque as temperaturas mais altas estimulam o processo inflamatório e podem trazer bastante desconforto. Também se abstenha de bebidas alcoólicas, refrigerantes e produtos com acidez.

Conforme for se sentindo melhor, é possível ingerir alimentos um pouco mais consistentes, sempre preferindo as texturas macias para não realizar muito esforço ao mastigar. Conforme explicamos, as bebidas não podem ser ingeridas com canudos. Logo, prefira beber direto do copo para não fazer sucção.

  • Procure falar pouco

Quanto menos movimentos forem realizados com a boca, mais tranquilo e confortável será o pós-operatório. Isso porque as movimentações podem sobrecarregar a área operada, gerar atritos e favorecer dores, inchaços e sangramentos.

Sendo assim, em especial no primeiro dia, procure falar apenas se necessário. Também evite abrir a boca demais, dar gargalhadas e se deitar sobre o local operado. O objetivo é que a região sofra o mínimo de impacto para que os tecidos cicatrizarem mais rápido.

  • Tome os medicamentos indicados

O cirurgião dentista poderá receitar medicamentos como analgésicos e anti-inflamatórios. Essas substâncias ajudam a minimizar possíveis desconfortos, permitindo que o local operado tenha uma boa recuperação e não desenvolva complicações.

Tome os medicamentos conforme recomendado pelo especialista. Respeite a dosagem, os horários, não faça substituições e mantenha o tratamento pelo tempo prescrito. Caso você sinta algum desconforto a mais, não se automedique. Converse com o dentista e relate o que está acontecendo.

Provavelmente, você também precisará retornar ao consultório para retirar pontos ou fazer o acompanhamento, a fim de verificar como se deu a cicatrização. Não falte a essa consulta para que o profissional avalie sua saúde bucal e dê alta.

  • A importância dos cuidados

A extração de dentária consiste em um procedimento invasivo que pode desencadear desconfortos durante o pós-operatório. Os cuidados evitam que o paciente sinta dor e tenha sangramentos ou que os pontos se soltem.

Além disso, as recomendações servem para garantir que os tecidos cicatrizem da melhor maneira, prevenindo inflamações. Essas medidas ainda evitam a proliferação de bactérias nos locais operados, o que poderia acarretar uma infecção.

pós-operatório do siso costuma ser bastante tranquilo, porém, perceba que muito depende do próprio paciente para garantir a boa recuperação. Sendo assim, siga à risca as instruções do cirurgião-dentista. Caso tenha algum sintoma, desconforto ou dúvidas, agende um retorno e relate tudo ao especialista, evitando receitas e medidas caseiras.

A extração do siso e outros procedimentos devem ser realizados por profissionais de confiança. Então, entre em contato conosco e deixe a nossa equipe cuidar do seu sorriso!

Fale Conosco

Whatsapp Ligar Agora

O que são os protetores bucais esportivos?

Para que servem os protetores bucais?

 

Os protetores bucais  são estruturas que devem ser usadas para proteção dos dentes durante esportes de impacto.

Criados em 1920 pelo boxeador Kid Lewis, os protetores bucais se tornaram obrigatórios para a prática de esportes de alto impacto como as lutas. Atualmente foi estimado que 13 a 39% dos traumas dentários acontecem durante a prática de algum esporte. E os dentes mais lesados são os incisivos centrais superiores.

Os dentes são órgãos que não tem a capacidade de cicatrizar, por isso, um impacto deve ser evitado pois,  geralmente é gerado um transtorno para se recuperar.

Estima-se que 200.000 lesões dentárias são evitadas por anos somente com a obrigação de se usar os protetores durante os jogos de futebol americano.

Além de proteger os dentes, os protetores protegem também bochechas, lábios e articulação temporomandibular.

Como é um protetor bucal ideal?

O protetor bucal ideal deve ser de fácil acesso financeiro, confortável, resistente e durável e liso. Não podem dificultar a respiração e devem ser firmes. São projetados para se adaptarem aos dentes superiores, porém em alguns casos podem também se apoiar nos dentes inferiores.

Três tipos de protetores bucais estão disponíveis no mercado: de estoque, do formato da boca e personalizado.

Os protetores de estoque são os protetores que menos protegem. Eles já vem prontos em um formato padrão. Geralmente não se adaptam tão bem nos dentes, ficam bambos, e são feitos de um material bem maleável. Geralmente limitam a fala e a respiração bucal.

 

 

 

Os protetores do formato da boca são protetores que são conformados de acordo com os dentes do paciente por um material maleável com a água quente.  São de baixo custo e baixa durabilidade. Oferecem médio conforto e pouca proteção.

 

 

 

Os protetores personalizados são os mais indicados para a proteção dos dentes. Envolvem um um dentista pra a sua confecção. São produzidos a partir de uma réplica dos dentes do paciente. Sua forma e matérial são decididos após um exame detalhado da anatomia do paciente e do esporte a ser praticado. Desenhos, cores enfeites são decididos antes junto com o dentista. Alguns ajustes podem ser necessários para maior conforto do paciente.

O tempo de confecção da primeira consulta até o ajuste final geralmente envolve uns 10 dias.

Protetores bucais, mesmo os confeccionados pelos dentistas por um preço maior são considerados muito baratos pois,  os custos necessários para a reconstrução de um dente quebrado podem exceder a 20 vezes ao custo do aparelho.

 

 

 

 

Por: Dr. Lucas Marques

Especialista em Ortodontia

Especialista em Disfunção Temporomandibular

 

Fale Conosco

Whatsapp Ligar Agora

 

Descubra as principais doenças que causam perda de dentes

Para a maior parte das pessoas, cuidar da saúde bucal exige apenas alguns cuidados básicos de prevenção. A escovação diária, o uso do fio dental e consultas periódicas ao dentista ajudam a manter os dentes saudáveis e bonitos por toda a vida.

Existem também, alguns problemas que podem ameaçar o seu sorriso, mesmo quando a higiene é feita corretamente. Algumas doenças que causam perda de dentes, por exemplo, acometem pessoas de todas as idades e podem ter consequências graves para a saúde.

Quer descobrir quais são as principais doenças que causam perda de dentes e aprender a preveni-las? Acompanhe.

Quais são os sinais de alerta da perda de dentes?

Após a troca de dentição que acontece na infância, nascem os dentes permanentes, que, em condições normais, acompanham-nos por toda a vida. Por isso, é importante reforçar que não é normal perder dentes na idade adulta ou na terceira idade.

A queda de um dente não acontece repentinamente, exceto em caso de acidente ou trauma local. Na maior parte dos casos, existem sinais de alerta que indicam que alguma coisa não está bem. Alguns deles são:

  • sensibilidade excessiva;
  • sangramentos na gengiva;
  • mau hálito recorrente;
  • retração das gengivas;
  • mobilidade do dente;
  • dor durante a escovação.

Ao identificar algum desses sintomas, procure um profissional de confiança para avaliar o problema e indicar o tratamento adequado.

Quais doenças podem causar queda de dentes?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a cárie não é a maior responsável pela perda de dentes na idade adulta, mas também pode estar relacionada ao problema, e está associada à má higienização e consumo de açúcar em excesso.

Entre as doenças que causam perda de dentes, estão as listadas abaixo.

Periodontite

A periodontite é a inflamação das estruturas que seguram os dentes, o periodonto. O periodonto é formado pela gengiva e pelo tecido ósseo. Esta inflamação é causada por bactérias que se alimentam de carboidratos como açucares.

Enquanto a inflamação está presente somente na gengiva ela é chamada de gengivite, após a infecção afetar o tecido ósseo, é chamada de periodontite. As bactérias presentes podem entrar no organismo e causar alterações sistêmicas.

Cárie

A cárie é causado por bactérias que desmineralizam os dentes. Uma dieta rica em carboidratos e bebidas açucaradas e a má higienização dos dentes aumentam muito as chances de cárie, pois as bactérias se alimentam destes resíduos, se proliferam e liberam substâncias que corroem o esmalte e a dentina dos dentes. Se o processo não for interrompido, pode levar à perda dos dentes.

Bruxismo

O hábito de ranger ou apertar os dentes durante o sono ou durante o dia, conhecido como bruxismo, acomete crianças e adultos e pode causar desgaste das estruturas dentárias além de fadiga muscular e articular. Se não tratado a tempo este apertamento pode contribuir muito para uma perda dentária.

Como prevenir doenças que causam perda de dentes?

Em se tratando de saúde bucal, a prevenção é sempre o melhor remédio. Uma boa higiene inclui escovação após as principais refeições e uso do fio dental diariamente. Evitar alimentos ricos em amido e açúcar também contribui para a saúde da boca e dos dentes, evitando cáries e doenças que causam perda de dentes.

É importante buscar auxílio especializado ao notar sinais de alerta, como sangramentos, dores e inchaço nas gengivas, para que o tratamento seja iniciado rapidamente e o problema não evolua para a perda de dentes.

Porém, o cuidado fundamental para manter uma dentição saudável por toda a vida é o acompanhamento periódico com um profissional de confiança. Visitas regulares ao dentista são essenciais para diagnosticar problemas e manter o sorriso bonito.

As doenças que causam perda de dentes podem ter um impacto na saúde de forma geral. Afinal, a ausência de dentes prejudica a mastigação, provoca irregularidades na mordida e influencia a estética facial. Por isso, para prevenir as consequências da ausência de dentes e cuidar bem do seu sorriso, não deixe de consultar seu dentista regularmente.

Preciso de aparelho antes de fazer implante?

Por: Dr. Ricardo Valadares

Escrevemos hoje sobre o tema que mais se erram na odontologia. Muitos erros acontecem por falta de conhecimento ou falta de ética do profissional que executa o trabalho. O que vem primeiro, ao tratamento ortodôntico ou a colocação do implante? O que acontece quando colocamos o implante sem a avalição de um ortodontista?

Em primeiro lugar temos que reconhecer que o paciente que precisa de uma reabilitação com implantes não é simplesmente um dente faltando. Mas sim um complexo dinâmico muitas vezes traumatizado pela falta de um ou mais elementos dentários que comprometem a estética e função. Porém, apesar da ansiedade do paciente em reabilitar, um estudo e um projeto detalhado deve ser feito para a reabilitação.

Quantos dentes foram perdidos? Há quanto tempo? Como está a estrutura óssea da região onde o dente foi perdido? Como estão os outros dentes? Algum dente saiu do lugar após a perda ? São questões que devem ser avaliadas pelo profissional.

Antes de começar uma reabilitação com implantes, vamos entender algumas questões:

  • Implantes podem ser considerados como elementos dentários normais e definitivos para mastigação e estética. Porém são estruturas que não sofrem movimentações com aparelho. Ou seja. Uma vez colocados em um espaço eles não se movimentam nem com aparelho.
  • Antes da perda dentária o paciente precisava de usar aparelho? Se a resposta foi sim, é bem provável que seja necessário um tratamento ortodôntico antes do implante.
  • Se após a perda do dente algum elemento dentário sofreu movimentação e saiu do lugar ou invadiu o espaço do dente perdido este elemento dentário precisa voltar para o espaço inicial para recuperar o espaço perdido.
  • Para a colocação do implante, o espaço tem que ser do tamanho correto. Muitas vezes, o espaço do dente está insuficiente ou diferente do dente análogo do outro lado e o espaço precisa ser recuperado.
  • Elementos anteriores devem ser meticulasamente medidos e os espaços programados para que um dente não fique diferente do outro causando assimetria de tamanho prejudicando a estética.

 

Assim, não é regra, não existe receita de bolo. O certo é que se existem especialistas diferentes. Compartilhar informações deve ser a conduta mais certa antes de fazer um implante. Antes de colocar o implante, o paciente deve ser avaliado pelo ortodontista e um consenso entre o ortodontista, implantodontista e o paciente deve acontecer. Da mesma forma, um paciente que possui uma perda dentária e quer usar aparelho deve ser avaliado pelo implantodontista para ser definido o tamanho dos espaços para uma posterior reabilitação.

Em resumo, a perda de um elemento dentário invariavelmente acarreta a movimentação dos dentes adjacentes. E uma vez colocado os implantes, estes nunca mais se movimentam e nem os dentes ao lado podem sofrer movimentação. Assim, todos os dentes devem ser posicionados de maneira correta antes do implante. Porém, em alguns casos o implante pode sim ser colocado antes do aparelho. Cabe ao implantodonsita e ao ortodontista a decisão em conjunto. Existem casos até que os implantes facilitam a movimentação ortodôntica e devem ser colocados antes ou durante o tratamento ortodôntico.

 

Por isso é que sempre falamos. Não existe regra e cada caso é um caso.

O certo é o planejamento da equipe como o projeto de uma casa é feito para que tudo dê certo no final.

Ética é o nome. Trabalho multidisciplinar é o nome.

 

Conheça nossa clínica

 

 

Dr. Ricardo Valadares

Especialista em Reabilitação Oral

 

O que é a Mordida Cruzada.

Por: Dr. Lucas Marques

Talvez a alteração oclusal mais prejudicial para o paciente seja a famosa mordida cruzada.

Afinal, o que é a mordida cruzada?

A mordida cruzada é a alteração oclusal que acontece quando os dentes principalmente posteriores ocluem (mordem) por dentro dos dentes inferiores.

Esta má oclusão é muito frequente e acontece desde a infância.

São muitos os fatores que podem causar a mordida cruzada. Entre eles, hábito de chupar o dedo ou chupeta, problemas respiratórios, nascimento errado dos dentes e respiração bucal.

A grande preocupação com esta anomalia por parte dos ortodontistas é que pode acontecer em uma idade muito precoce na criança e prejudicar todo o crescimento facial estimulando o crescimento assimétrico.

Uma vez que a maior parte do crescimento facial acontece até os 6 ou7 anos da criança, um estímulo errado nesta idade pode trazer consequências irreversíveis. Assim, ao ser diagnosticado uma mordida cruzada, esta deve ser tratada o mais rápido possível.

Sempre se pergunta quando deve ser iniciado um tratamento ortodôntico. A resposta é bem certeira. O tratamento ortodôntico deve ser o mais precoce possível quando diagnosticada uma mordida cruzada. Algumas vezes até aos 4 anos de idade para evitar assimetrias faciais.

Quais as consequências da mordida cruzada em crianças?

O maior problema da mordida cruzada é a alteração esquelética que ela causa. Deficiência de crescimento da maxila, aumento do crescimento da mandíbula, falta de espaço para os dentes superiores permanentes e a já falada assimetria facial.

Como a criança não consegue morder da maneira correta, ela estimula o crescimento do osso da mandíbula de maneira errada e que causa uma assimetria facial como um lado crescendo mais que o outro. E uma vez que o crescimento acontece de maneira errada não se pode reverter.

Tratamento

O tratamento da mordida cruzada se dá de maneira bem tranquila se abordado precocemente. Geralmente é utilizado um aparelho chamado disjuntor palatino para o tratamento que pode variar de 6 a 12 meses. Até os 12 anos a correção da mordida se dá de maneira tranquila. Porém, muitas vezes a assimetria facial causada pela mordida cruzada pode ser irreversível mesmo corrigindo a posição dos dentes.

No paciente adulto esta correção já fica limitada e pode ser necessário uma abordagem cirúrgica para descruzar a mordida.

O tratamento ortodôntico do paciente em fase de crescimento é chamado de interceptativo pois tem o objetivo de interceptar uma maloclusão que está se formando. É talvez um dos mais bonitos tratamentos oferecidos pela odontologia pela capacidade de tratar e prevenir alterações graves através de um estímulo de crescimento. Pacientes tratados nesta fase conseguem melhores resultados funcionais e estéticos.

Dr. Lucas Marques

Especialista em Ortodontia.

Especialista em Disfunção Temporomandibular

 

O que é o Bruxismo, quais suas consequências e como tratar?

Por: Dr. Lucas Marques

Muito temos ouvido falar do bruxismo e muitos são os trabalhos que buscam entender esta anomalia. Mas afinal de contas o que é o bruxismo? Por que ele ocorre e o que pode trazer de consequências para o nosso organismo?

Para começar a entender vamos separar o bruxismo em duas categorias: bruxismo do sono e bruxismo de vigília.

O bruxismo do sono é uma atividade dos músculos da mastigação durante o sono. Pode ser um apertamento contínuo ou vários apertamentos fortes e intermitentes que acontecem enquanto o paciente está dormindo. O bruxismo do sono acontece em 8 a 16% das pessoas e mais frequente em pessoas mais jovens podendo aparecer em 40% das crianças.

O bruxismo de vigília também pode ser rítimico com vários apertamentos fortes ou sustentado em que o paciente aperta os dentes de maneira contínua e forte durante o dia acordado. Está presente em 22% da população.

Tanto durante o sono quanto acordado, o bruxismo é considerado um hábito involuntário associados com o stresse cotidiano muitas vezes conexo com responsabilidades familiares o pressão no trabalho.

Uma tríade muito comum está presente no bruxismo. É muito comum o paciente possuir além do bruxismo uma má qualidade do sono ou apneia do sono e/ou o refluxo gástrico que devem ser investigados e tratados concomitantemente.

Outras causas como o uso de cigarro, consumo de álcool, cafeína, drogas psicoestimulantes e antidepressivos.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico e o grau do bruxismo apresentado pelo paciente é um grande desafio pois não existe um método preciso. Um estudo de cada paciente deve ser feito, análise do sono e muitas vezes associamos com sintomas, consequências, aplicativos de celular que ajuda o clínico no diagnóstico e o paciente na percepção. Exames de polissonografia também pode auxiliar no diagnóstico.

 

Consequências do Bruxismo

 

A consequência mais evidente do bruxismo é o desgaste dos dentes. Muitas vezes desproporcional com a idade. Pacientes jovens com muito desgaste dentário por exemplo.

A segunda alteração que pode estar presente são as dores faciais e da articulação temporomandibular(ATM). Assim como entendemos que no apertamento os dentes podem sofrer desgaste, a articulação temporomandibular pode também receber esta força e se desgastar ou traumatizar e ficar dolorida. Desgastes na ATM são na maioria das vezes irreversíveis e podem gerar um quadro de artrite ou artrose irreversível na ATM. A musculatura da mastigação também podem ficar doloridas pelo excesso de atividade muscular e irradiar a dor para a face, pescoço e cabeça.

 

Tratamento do Bruxismo

 

O tratamento do bruxismo é ainda um desafio para o clínico porém muito importante para o paciente.

O primeiro passo para o tratamento é a conscientização do paciente em relação ao hábito principalmente durante o dia. Na tentativa de conscientizar o paciente e influenciar no tratamento são utilizados aplicativos de celular para educação cognitiva comportamental e aplicativos que monitoram a qualidade do sono. Link para baixar em nossa página.

O segundo recurso mais utilizado é a placa estalilizadora. Também chamada de placa de bruxismo, é um artifício que deve ser usada entre os dentes com o objetivo de proteger os dentes contra o desgaste e posicionar a mandíbula e o côndilo em uma posição mais fisiológica em que não sofram também o desgaste articular. A correta confecção das placas de maneira personalizada e os ajustes são de fundamental importância para o sucesso do tratamento. Atualmente as placas são confeccionadas digitalmente onde um projeto digital é feito para cada paciente e suas necessidades.

Alguns medicamentos que atuam no sistema nervoso autonômico também tem sido testados.

A toxina botulínica ou “botox” também é um recurso utilizado com o objetivo de bloquear a liberação de acetilcolina nas fendas sinápticas impedindo a contração da musculatura. Porém existem alguns fatores que devem ser estudados por um profissional ético e experiente antes  antes de indicar o tratamento com toxina botulínica.

 

Na prática clínica diária sabemos a importância do bruxismo e suas consequências para o paciente. Diagnosticar corretamente, envolver e motivar o paciente no tratamento e suas limitações e tratar suas consequências deve ser o objetivo de cada profissional que lida com o bruxismo.

Conheça nosso site, e nosso blog.

Fale Conosco:

Whatsapp Ligar

 

Bibliografia: Conti, P.  DTM Disfunções Temporomandibulares e Dores Faciais. Aplicações clínicas das evidências científicas.